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Tangram House, an architectural toy

Tangram house is an architectural toy coming as a generative modular and volumetric system that allows the study of  volumetric compositions for buildings based on the known chinese pieces that come from a single square. In this system the traditional plan geometric forms achieve a proportional width becoming compositive shapes. In the chinese tradition the tangram pieces are mostly used to generate animal forms, in our case we investigate non existing living typologies.

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proposal and images by JDArq

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tension/relax tranSpaces or playing with natural structures

This project is a conceptual  idea that creates models of light structures and spaces with triagulations and tension compositions attached with the proposed knots for domes and geodesic structures i ‘invented’ in my master degree thesis, for the UFOP university in Brasil. It is an utopic view of sustainable spaces including social participation and nature around and inside.  There is also a proposal of representing architecture with artistic digital photocolages, announcing  future spaces to be built.

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CRUZEIRO VERDE requalificação do Mercado do Cruzeiro em BH.


Vista aérea geral

PREMIAÇÃO DE ARQUITETURA VIVA O MERCADO! Proposta de Requalificação para o Mercado do Cruzeiro e entorno em Belo Horizonte, o projeto foi  um dos  três finalistas escolhidos por juri técnico e segundo colocado no voto popular ocorrido em 27/08/2011. 

Equipe de arquitetura apresenta solução alinhada com conceitos de ecologia e sustentabilidade que prevê o Mercado do Cruzeiro como um novo parque urbano.

Na entrevista abaixo, seguem os principais pontos deste projeto:

equipe: JOÃO DINIZ ARQUITETURA LTDA 

arquitetos: JOÃO DINIZ coordenador / JOSÉ LUIZ BACCARINI NETO / PEDRO GUADALUPE colaboradores / MARCÍLIO GAZZINELLI fotógrafo

P: Quais os principais conceitos do projeto?

R: O projeto nasce a partir da discussão a respeito do atual Mercado de Cruzeiro e entorno, seus problemas e potenciais. Analisando o local percebemos que a principal área de implantação seria o longo ‘talude’ que separa o mercado da Universidade Fumec e do parque Amilcar V. Martins, o parque da Caixa D’Água. Este ‘talude’ é terreno de propriedade da Prefeitura Municipal e não acrescenta qualquer beleza à área, em grande parte é impermeabilizado e não vegetado. Outras possíveis áreas livres de implantação seriam o subsolo sob o atual estacionamento/acesso do mercado ou o talude junto à rua Opala, mas estes setores foram descartados por apresentarem bastante árvores e serem mais descontínuos. Uma análise deste ‘talude’ nos remete à natureza topográfica do local, ao antigo monte, anterior a qualquer construção, e ao perfil ondulado sobre o qual se localizam hoje a universidade e o parque da Caixa D’Água. Este perfil natural se completa com a paisagem construída das ruas Ouro Fino, que tem características mais comerciais e de serviços, e da rua Oliveira que é mais residencial. A figura resultante do corte deste ‘talude’ natural sugere o linha escalonada que definiu a imagem do edifício, que será destinado a garagens e lojas no térreo, também a garagens nos demais pavimentos, e se completa com dois edifícios nos extremos do conjunto com alturas e usos compatíveis com as já praticadas e/ou permitidas em cada uma destas ruas. A idéia foi em nenhum momento barrar a visão da universidade para a cidade, triplicar a área do mirante existente criando a grande praça superior, criar um acesso natural de pedestres ao parque da Caixa D’Água, além de resolver os problemas funcionais do entorno. As áreas de estacionamento poderão ter acessos e saídas pelas ruas e pela universidade não gerando tráfego no interior da praça a ser criada ao nível do mercado.

Planta de Situação

P: Como as atividades se distribuem ao longo do projeto?

R: O ponto de partida foi a total liberação da área em frente ao mercado onde será criada uma praça com nome sugerido de Praça Éolo Maia prevendo entre generoso paisagismo: arena para apresentações culturais, espaço para playgrounds, área de ginástica e caminhadas, horta orgânica e caramanchão para permanência dos moradores que dá seqüencia ao volume do restaurante Parrilla que será mantido. Ainda nesta praça está o início da rampa que é o percurso lúdico que leva ao parque da Caixa D’Água, onde as pessoas podem caminhar, permanecer ou pedalar, desde a praça em frente ao mercado até o parque em rampa específica para pedestres de inclinação não superior a 10%. No andar térreo do edifício estão as novas lojas que, junto a parte do estacionamento, trarão recursos à administração do mercado e duas torres de escada e elevadores que dão acesso ao mirante do parque e aos andares dos estacionamentos.

P: Quais os atributos ecológicos e de sustentabilidade ambiental da proposta?

R: O projeto prevê ampla acessibilidade universal e social a todas as áreas, reaproveitamento de águas servidas e pluviais, criação de novas áreas verdes e permeáveis, requalificação paisagística com criação e de locais para horta orgânica, fruticultura e jardinagem com fins de educação e abastecimento, áreas para ginástica e promoção da saúde, criação de usina solar fotovoltaica no teto do mercado que fornecerá parte da energia ao conjunto, criação de programas e espaços de educação ambiental, e integração social e ambiental da Vila do Pindura Saia.

P: Como ficam solucionados os problemas de trânsito e estacionamento no entorno?

R: O fator de maior impacto no tráfego da área é a universidade que congestiona as ruas durante o dia e parte da noite. Nosso projeto cria 936 vagas de estacionamento cobertas e descobertas ao longo de seus pavimentos ligados por rampas de veículos. Estes estacionamentos poderão ser acessados desde as ruas ou até, se for o caso, pela universidade em sua parte mais elevada. As áreas internas de acesso aos estacionamentos serão dotadas de faixas de acumulação nas entradas não impactando as ruas de acesso. Nas áreas de maior tráfego nos pavimentos inferiores haverão rampas específicas de subida e descida de veículos. O uso destas vagas será dividido entre os usuários do mercado, dos edifícios propostos, da universidade e dos moradores e visitantes da área.

P: Como será a integração da comunidade do Pindura Saia?

R: Esta comunidade interage muito bem com o mercado sendo que vários de seus moradores trabalham lá, mas apresenta problemas de qualidade ambiental em alguns de seus espaços devido a sua ocupação e construção espontânea e irregular. A idéia é que sejam mantidas as principais construções mas que se abram espaços vazios no interior desta comunidade, e até de criação de alguns serviços. Estes novos vazios trarão mais ventilação e iluminação às construções remanescentes e incentivará o dialogo desta comunidade com os moradores da região propondo um convívio integrado, e até educativo, sugerindo que diferentes tipologias e classes sociais podem interagir no espaço urbano democrático. A praça defronte a OAB junto a esta comunidade será também integrada. Estas ações de integração do Pindura Saia serão objeto de um sub-projeto específico dentro do projeto do novo Mercado do Cruzeiro.

P: Como o projeto vai qualificar o seu entorno?

R:O entorno sofrerá visíveis melhorias através da criação da nova praça em frente ao mercado com acessibilidade ao parque, o mercado propriamente dito será restaurado e ganhará novos espaços de uso, os problemas de tráfego e estacionamento serão enfrentados, a vila Pindura Saia será integrada, o entorno ganhará mais áreas verdes, de permanência e de prática de esportes e cultura. O novo mercado será um novo pólo atrator de encontros, cultura e educação.

P: Quais as vantagens para os feirantes do mercado?

R:Como contrapartida para a disponibilização da área pública para implantação dos empreendimentos, os investidores deverão fazer a reforma e revitalização do mercado atual, construção de novos mezaninos, se necessários destinados a espaços gourmets e outros, urbanização e integração, como praça e área de lazer, da atual área de estacionamento do mercado e ainda disponibilizar aos feirantes vagas de estacionamento no edifício garagem e 39 novos espaços modulares no pavimento térreo do edifício, e ligados à praça, que serão exploradas por eles e podendo atender a usos diversos. Os feirantes desta maneira terão seu estimado mercado mantido e requalificado, e contarão com novas áreas de atividades e de aportes de recursos para a manutenção do mercado e de sua associação.

P: Quais as vantagens para a Prefeitura de Belo Horizonte?

R:Esta é uma grande oportunidade da administração municipal demonstrar seu espírito democrático ao adotar um projeto que tem apoio dos feirantes e dos moradores do bairro. A prefeitura, nesta operação, estará disponibilizando novos equipamentos urbanos à comunidade, restaurando o mercado, revitalizando um espaço público e tradicional da cidade sem gastar nada do seu orçamento ou seja com endividamento privado. A seção da área do talude e aprovação do projeto deverá ser objeto de uma operação urbana integrada entre setores públicos e privados, fora dos padrões vigentes, mas inovadora o que agregará visibilidade e repertório de novas soluções à administração pública. Algumas das novas áreas criadas no projeto poderão trazer um aumento da receita atual da prefeitura que recebe o aluguel das bancas do mercado. Todo o patrimônio construído após o prazo da concessão, que pode variar entre 20 e 30 anos, de exploração da área publica por parte dos investidores passará a ser de propriedade da prefeitura e da cidade de Belo Horizonte que terão para si todo este ativo.

P: Como explicar construtivamente o edifício?

R: O edifício ocupa a faixa de15 metros ao longo de todo o talude existente. Paralela ao edifício será construída a cortina/arrimo de concreto afastada 2,5 metros do edifício para ventilação cruzada das garagens. O edifício está modulado em 10,00 x15,00 metros e as rampas de veículos e pedestres serãoem balanço. Haverão duas torres de circulação vertical com elevadores e escadas sendo que uma destas torres dá acesso ao Parque da Caixa D’Água. O pergolado alinhado com o edifício do restaurante Parrilha será em madeira ecológica criando áreas sombreadas atirantadas com cabos de aço.

P: Como o projeto será viabilizado economicamente?  

R:A sustentabilidade econômica e financeira deste empreendimento se dará pelo equilíbrio entre os investimentos exigidos no projeto, as receitas geradas aos investidores e o prazo da concessão. Os recursos para o projeto e construção virão da iniciativa privada, através de investidores imobiliários que acreditarem e se associarem ao projeto. O empreendimento gerará receitas provenientes da exploração comercial do estacionamento, das novas lojas e dos dois edifícios que compõem o conjunto. Os investidores terão a posse e legitimidade de exploração dos dois edifícios  e da garagem, Os feirantes têm a posse e legitimidade de exploração de parte das vagas de estacionamento e dos 39 espaços modulares, além de ter, sem ônus, o espaço do mercado e atual área de estacionamento reformados, ampliados e urbanizados.

 P: Como e em que proporções será a exploração dos espaços do projeto?

R: O projeto básico proposto prevê a implantação de um edifício garagem com disponibilidade de 936 vagas e 39 espaços modulares, equipamento urbano de apoio à comunidade, usuários do mercado, usuários da faculdade e todo o entorno. Estão previstos também a implantação de dois edifícios com 60 unidades cada gerando área construída que completará a sustentação econômica para o empreendimento e terão usos compatíveis com a legislação e necessidades funcionais da área tais como apartamentos residenciais, moradias estudantis, e até usos comerciais e/ou hoteleiro (estes na rua Ouro Fino, que já apresenta características de uso misto) se for permitido e aprovado pela prefeitura municipal e comunidade local.

Dados técnicos: área total dos estacionamentos (cobertas e descobertas): 30490m² / número total de vagas: 936 / área total das rampas externas (veículos e pedestres): 2908m² / área total das 39 novas lojas: 655m² / área do edifício 1 rua Oliveira (60 unidades em 9 andares): 2968m² / área do edifício 2 rua Ouro Fino (60 unidades em 9 andares): 2633m² / área total urbanizada: 10864m² (praça) / 1100m² (mirante) / área total construída: 38999m² / numero máximo de pavimentos no mirante: 10 pavs.

C A S E X P

C A S E X P : módulo espacial ecológico / ecological space unit

A casa experimental para qualquer local ou dono / A sustentabilidade ambiental em todas as decisões / Aço, madeira, vidro, painéis termoacústicos / As energias renováveis, solar, fotovoltaica / O reuso da água, a vegetação, as sombras / Propõem um sistema ecologicamente integrado. / Os módulos de 36 m2 transportáveis e acopláveis / Compõem o espaço habitável unifamiliar ou coletivo / Ou o espaço temporário de trabalho, de emergência / Horizontal ou vertical, a comunidade em transformação / Transitório como a vida, eterno como a leveza e o tempo.

The experimental house for any place or owner / Environmental sustainability in all decisions / Steel, wood, glass, thermo-acoustic panels / Renewable energies, solar, photovoltaic / Water reuse, vegetation, shades / Propose an ecologically integrated system. / Portable, connectable 36-m2 modules / Comprise the habitable space, single-family or collective / Or the temporary, emergency workplace / Horizontal or vertical, community in transformation / Transitory just like life, eternal just like lightness and time.

Simulação para habitação / Simulation for a living unit

Montagem com dois modulos / Double unit assemblage

Montagem horizontal múltilpla / multiple horizontal assemblage

Montagem vertical / Vertical assemblage

Esquema de reaproveitamento das águas e kit hidráulico em fibra / Water reciclage and fiberglass hidraulic kit

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projeto / project: 2007-2008

arquiteto / architect: João Diniz, arquitetos colaboradores / associate architects: Pedro Gadalupe, José Luis Baccarini, Isabel Diniz

projeto participante do Programa de Iniciação Científica 2008 da Universidade Fumec / project participant in the Scientific Initiation Program at Fumec University, Belo Horizonte.

concursos / contests: Holcim Award for Sustainable Construction 2008 and Extreme Housing/Living Steel 2008

Veja no link a seguir a integra do caderno resultado do Projeto de Pesquisa PROPIC/FUMEC 2007/2008: A CASA AMBIENTALMENTE SUSTENTÁVEL

Conheça a aplicação deste sistema em projeto para um conjunto habitacional em Betim, MG no link / Know the application of this system in a social housing complex at the link:   A Comunidade Ambientalmente Sustentável

A COMUNIDADE AMBIENTALMENTE SUSTENTÁVEL

R E S U M O   G E R A L :
Introdução:
A pesquisa proposta visou a aplicação dos módulos espaciais CASEXP desenvolvidos na pesquisa do ano anterior num contexto comunitário, gerando em um terreno real em Betim MG, um modelo de conjunto residencial voltado à habitação social com preocupações relacionadas à Sustentabilidade Ambiental e Social.
Objetivos:
Este projeto de habitação coletiva desenvolveu densidades de ocupação horizontais preocupando-se com aspectos ecológicos tais como:
–       A correta implantação das unidades quanto ao sol e ventos,
–       Proposição de unidades espaciais com diferentes áreas internas visando distintas necessidades familiares com diferentes possibilidades de acoplamento mostrando a flexibilidade do sistema proposto.
–       O uso responsável das águas considerando as drenagens pluviais, seu reaproveitamento e correto tratamento de esgotos,
–       A proposição do ‘ciclo energético ecológico’ desta comunidade levando em conta todas as energias necessárias e consumidas, com ênfase nos recursos renováveis,
–       O uso responsável de materiais e itens de infra-estrutura urbana tais como pavimentações e outros elementos construtivos.
–       A integração social dos moradores através de configuração espacial que favoreça a vida comunitária.
A busca da melhor insolação e conforto ambiental para os blocos gerou implantação ao longo do eixo leste-oeste o que proporcionou condições diferenciadas de abordagem da topografia em três setores. Uma nova rua plana aparece cruzando o conjunto, ligando as principais vias de acesso e dando lugar a estacionamentos para os moradores. No ponto mais baixo aparece a praça de convívio com áreas esportivas e de lazer junto à lagoa de detenção.  A faixa comercial existente na borda nordeste do terreno foi mantida. A implantação proposta libera totalmente o terreno natural proporcionando ampla área para vegetação e drenagem. Num contexto confuso e de ocupação desordenada o novo conjunto aparece como forma de ordenação de uma nova natureza construída.
Palavras-chave: arquitetura, urbanismo, sustentabilidade, habitação social.
Metodologia:
O método confirma a pertinência do dialogo entre um modelo espacial celular como unidade aberta de desenvolvimento da ocupação especifica. O modulo espacial CASEXP se mostrou versátil podendo mesmo gerar ocupações diferenciadas da hipótese aqui alcançada.
O Sistema CASEXP baseia-se na montagem da unidade espacial a partir de chassis metálico suspenso. No caso das topografias variáveis da Vila Recreio tornou-se necessário a adoção de um sistema de suspensão para este chassis a partir de pilares tubulares que separam o chassis do solo tornando-o livre para o escoamento das águas pluviais e para o plantio de espécies vegetais e hortas comunitárias.
Estes pilares tubulares poderão ser metálicos, em concreto pré-moldado ou moldado em loco de acordo com facilidades de fornecimento na época da construção e definições posteriores a serem definidas em cálculo estrutural.
Foram estudados dois modelos de implantação: o perpendicular às curvas de nível ou vertical e o paralelo às curvas de nível ou horizontal. No primeiro caso os módulos espaciais podem ser dispostos um sobre os outros em diferentes arranjos de acordo com as variações topográficas gerando unidades de um ou dois pavimentos. O acesso se faz por rampa pela parte posterior do conjunto onde o módulo está mais próximo do solo.
Resultados:
A realidade do terreno em questão exigiu uma nova ordenação e foi nossa intenção neste momento fazer esta investigação tipológica em duas direções, implantando os conjuntos de módulos espaciais paralela e perpendicularmente às curvas de nível mas sempre visando  o eixo leste-oeste que é o mais indicado quanto à insolação e conforto ambiental das unidades.
A qualidade de leveza e mobilidade dos blocos residências permite inclusive que esta comunidade seja removida deste local se necessário e em grande parte remontada em outro local.
Conseguimos com nossa implantação criar uma área de lazer e esportes junto à lagoa de retenção que funciona como ponto de convergência das águas pluviais evitando inundações sazonais nos regimes chuvosos e promovendo a drenagem do solo local.
O projeto sugere uma abordagem paisagística própria aliando às extensivas áreas verdes conseguidas na implantação o plantio de hortas comunitárias e pomares.
A criação de uma rua interna em piso drenado promove um atravessamento da área abordada integrando esta comunidade diferenciada na malha urbana local e resgatando para a vida do bairro o território até então marginalizado.
Conclusão:
Este estudo faz parte de uma linha de pensamento e pesquisa desenvolvida pelo professor coordenador que inclui em diferentes etapas de seu exercício profissional preocupações paralelas e semelhantes. A oportunidade dada pela Fumec para o desenvolvimento desta comunidade sustentável ver a somar resultados e experiência a um estudo sistemático o que resulta em resultados positivos para as pessoas e instituições envolvidas.

Veja o caderno completo em:

A Comunidade Ambientalmente Sustentável