TRANSVERSALIDADES CONVERGENTES

TRANSVERSALIDADES CONVERGENTES

Reflexões sobre um fazer arquitetônico expandido

João Diniz, arquiteto MSc

texto publicado com ilustrações na página 38 do ‘Bloco 6’ edição anual da Feevale em 2010, veja em: http://www.feevale.br/files/documentos/pdf/40637.pdf

1. Aproximações globais

Coexistir é estar com o outro no mundo

e para que haja uma consciência individual do ser

é necessária, paralelamente, a compreensão do próximo

assim o homem nunca está sozinho no seu tempo e espaço.

No ‘cogito ergo sum’ o ser pensante garante sua existência

como sujeito lógico e isolado, célula da vida social.

Na co-existência a unidade inventa o grupo e o dialogo

a confrontação, a tolerância, a polêmica, a convergência,

nascendo aí a diversidade, a diferença ou dessemelhança.

A diversidade pode negar a identidade mas também

ampliá-la e agrupá-la ao propor o convívio das partes.

É diverso o que não pode ser substituído, o que soma,

em manutenção coletiva de predicados próprios.

O Renascimento cultural entre os séculos XIV e XVI

aparece como berço do homem novo em espírito,

mais próximo de Deus e renovado em seu intelecto e moral.

Nesta época a civilização retoma seus valores ideais e clássicos,

resgatando uma fase de excelências e pluralidades,

reinventando o homem diverso em sua visão de mundo,

interconectando humanismo, religião, filosofia, natureza

e também sociedade, instituições, estado, política e arte.

Quinhentos anos depois impõe-se um novo desafio:

a transformação rápida dos valores vigentes em modernos

através da Revolução Industrial, das Guerras Mundiais,

da nova geopolítica, e da invenção da comunicação global,

dados novos que convergem para a revisão de valores e procedimentos.

Fica indicado que numa nova consciência universal

não poderá existir o progresso a qualquer custo, a natureza infinda,

a dominação social, o elogio à ganância e à ambição cega,

as fronteiras protecionistas e defensivas, as lideranças impostas.

Apesar das tecnologias de ponta o equilíbrio primitivo se faz vital,

o inimigo não é mais um exército estrangeiro agressor

mas as ações próprias baseadas no imediatismo e intolerância,

de uma visão unilateral de mundo, reversa ao ser global.

Os valores e perigos novos são agora planetários:

o aquecimento climático, os choques continentais de crenças,

as redes digitais e virtuais, as grandes migrações espontâneas,

a explosão das metrópoles, os impactos econômicos à distancia,

os remotos créditos ambientais, a cultura dos juros abstratos.

Neste século XXI a polarização política direita-esquerda

não mais define os programas mundiais ordenadores.

Agora mais vale a capacidade de sobrevivência sustentável do planeta,

a durabilidade física e conceitual das ações em andamento,

o incentivo às diversidades pacificadoras e aos novos diálogos.

Os anos 2000 impõem um novo renascimento internacional,

baseado na coexistência orgânica entre sociedades e seus espaços.

2. Arquitetura como ferramenta

A cidade é comum, união de substancias simultâneas,

cenário da diversidade, da contradição e do encontro,

palco de comportamentos vinculados, em abraços e choques.

A arquitetura é o sistema que reúne conhecimentos múltiplos

sob uma única idéia, subordinando os meios ao fim,

e crescendo de dentro para fora como organismo vivo.

Então a reunião das disciplinas do fazer arquitetônico

define a coexistência de princípios diversos e comuns,

unindo inteligência e pratica, construção e operação.

O ensino da arquitetura antecipa esta interdisciplinaridade

historias, tecnologias, representações, o edifício e a cidade

são a matéria prima do pensar e do fazer acadêmico.

As escolas tentam  simular a vida e a pratica profissional

de um oficio em constante transformação, tão rápidas

que a maioria dos currículos não acompanha se mantendo

como conservatório de um fazer imaginado e teórico,

vendendo mitos ou apenas respondendo às expectativas

de um ensino que pode ser mercado, de um saber que é poder.

Ilusões são lecionadas num entendimento arquitetônico limitado

como a lenda do arquiteto artista, o distanciamento da tecnologia,

a academicização da profissão, a negação do pragmatismo,

a hiper-valorização dos internacionalismos e das vaidades,

os apenas-teóricos se arvorando em doutrinadores de práticas,

a oposição entre teoria e ação, o endeusamento das ciências sociais,

a pregação das modas, o precoce sepultamento do passado recente,

e diversos outros desvios recorrentes, que conscientes ou não,

ocorrem a professores e estudantes ao longo da formação.

Por outro lado ações transformadoras podem recriar o novo arquiteto,

e fazê-lo aberto às desigualdades sociais e ambientais em níveis

locais, regionais e planetários numa perspectiva ecológica e política;

às maneiras não ortodoxas e inovadoras do exercício profissional,

às disciplinas que se agregam a cada dia a este fazer mutante,

ao entendimento que as revoluções iniciam sempre na própria pessoa,

à avaliação critica das praticas midiáticas incontestadas,

à possibilidade do arquiteto invisível e quase ‘descalço’ em contraposição

ao mercado do charme e do glamour e das imagens falsas,

das linguagens complementares que fazem dos sentidos e da intuição

ferramentas de experimentação onde a imaginação é incentivada…

Estas são sugestões utópicas já praticadas em algumas escolas

mais avançadas, ou sonhadas, planejadas, fracassadas ou por existir.

A experiência pessoal sempre acontece num território de constatações

práticas e teóricas e nos leva a um espaço de contradições varias,

de erros e acertos, de avaliações e tentativas num universo

existente e possível, real e incompleto, povoado de sonhos e frustrações.

Então como professor novo convidado por uma escola em formação,

a partir de minha pratica profissional como realizador de projetos,

me vi envolvido na Universidade Fumec em Belo Horizonte

lecionando em disciplinas de projetação edilícia fazendo da experiência,

a minha bibliografia de própria e ponto de partida para ensinar e ouvir.

Posteriormente identifiquei as carências deste alvo acadêmico

Preferencialmente focado no objeto arquitetônico e na beleza do edifício,

e me ocorreu a criação de uma disciplina inter-conceitual

onde coubesse todos os tipos de interesses satélites ao entender

do mundo e da vida através da arquitetura, construindo conexões

com os outros saberes e práticas, conexões inéditas e até forçadas,

que tentariam encontrar na transversalidade e na subjetividade,

novos estímulos que quebrassem o panorama escolar vigente composto

muitas vezes por alunos sonolentos e professores arrogantes.

Propus então a transArquitetura, disciplina curricular eletiva,

mas antes disso maneira própria e nova de abordar a nossa

profissão mutante e hibrida que apesar de muitíssimo antiga

merece sempre ser explicada, pois parece que ao longo dos tempos,

as comunidades não sabem ainda objetivamente o que é o Arquiteto,

o que pode fazer e até onde pode chegar sua função social.

Constatei que o termo transArquitetura já existia internacionalmente,

mas em praticas de arquiteturas virtuais e realidades informatizadas.

No nosso caso  a nova disciplina acontece numa abordagem orgânica,

focada no individuo e em sua relação com si mesmo e com os grupos,

onde os possíveis cinco ou mais sentidos humanos são a partida

para o dialogo com outras profissões e saberes numa perspectiva

inicialmente cultural e artística mas que se expandindo aos universos

da saúde, da espiritualidade, da consciência política e ambiental,

da inclusão social, da experimentação de linguagens diversas,

e lógica e objetivamente do fazer arquitetônico quiçá embasado

por todo este arcabouço de viagens objetivas ou não.

O ‘espírito Trans’ aparece então como coexistência de conhecimentos,

aparentemente diversos, desconectados até então,

mas imantados na reflexão conjunta e na experimentação.

Objetivamente a matéria funciona eventualmente na oferta curricular

da universidade, ou em oficinas temporárias e itinerantes,

mas antes disso é importante como maneira de pensar a profissão

numa perspectiva própria inventando o transArquiteto,

um talvez não-especialista, ou sábio doutor desta (in)disciplina.

3. Avenidas pessoais

Como já dito o caminho para este pretendido trans-profissional

se indicou a mim através da caminhada pragmática tendo como sede

o trivial escritório de arquitetura, anti-instituição independente,

território de livres relações com o mercado, com as conexões possíveis

com as realizações in-completas e suas limitações, com colegas e amigos,

e até com os universos acadêmicos, embora nos primeiros momentos,

existisse um afastamento consciente das reflexões unicamente teóricas,

na busca de uma pratica materializada em construções e em seu

dialogo com os contextos, usuários e a possibilidade do fazer imediato.

A academia informal da cultura no começo dos anos 1990 em BH

em muito contribuiu para o levantamento de questões e metas.

Este foi, e é, um universo pragmático onde debates acontecem nas casas,

nos bares, nos eventos artísticos e nas viagens com os colegas

Éolo Maia, Veveco Hardy, Sylvio de Podestá, Cid Horta, Mariza Coelho,

Jô Vasconcellos, José Ferolla, Joel Camplina e outros.

Estes diálogos freqüentemente colocavam a arquitetura em contato

com outros movimentos artísticos emergentes em Belo Horizonte:

musica, dança, teatro, moda, literatura, design e editoras como as do

Grupo Corpo, Grupo Galpão, Uakti, Grupo Mineiro de Moda,

Revistas Vão Livre e Pampulha, AP Cultura, C/Arte Editora.

Fundado então em 1979, meu ultimo ano na graduação da UFMG

o escritório JDArq  passa a se dedicar a fazer arquitetura

e ao mesmo tempo, a travar o dialogo com estes estímulos locais.

Em nossa avaliação uma cidade em transformação constante

permitia que as novas obras trouxessem a marca da contemporaneidade

e que pudessem ser referencias nos contextos em que se inserissem

considerando sempre a relação entre passado, presente e futuro.

As relações não-institucionais do escritório passam pela independência

tanto em relação ao meio acadêmico quanto ao setor publico

focando um dialogo critico com o mercado imobiliário e o setor privado,

tentando demonstrar que estes segmentos que na maioria das vezes

são responsáveis pela degradação da paisagem urbana poderiam

ainda que pontualmente, gerar alguns produtos significativos.

Após períodos de peregrinações pessoais e estudos autodidatas

por todo o Brasil, America do Sul e diversos países da Europa,

onde a fotografia e as anotações ajudavam no entendimento

das paisagens urbanas, dos edifícios e das realidades sociais,

em 1989 o escritório se transforma em empresa e passa a produzir

e construir efetivamente projetos numa possível linguagem própria.

Os temas são os recorrentes neste fazer arquitetônico privado:

a residência unifamiliar, a habitação coletiva, o edifício comercial,

a pequena industria, o desenho urbano, o design e os interiores.

Desde esta época, entre vários projetos, destaco nesta produção

as residências Eugenia e Serrana (fig. 1 e 2), a industria E. Q. (fig.3),

o conjunto de habitação social Gameleira (fig. 4)

os edifícios Scala e Golden (fig. 5 e 6), a revitalização urbana da

Praça Sete de Setembro (fig. 7) no centro de Belo Horizonte.

Nestes trabalhos são recorrentes a busca por uma expressividade própria

relacionada aos contextos, programas e usuários a que estão relacionados,

e à questão construtiva, privilegiando as estruturas pré-fabricadas,

em concreto e metálicas principalmente numa possível relação entre

este método construtivo e a geografia e geologia de Minas Gerais.

Estes e outros trabalhos passam a merecer algum destaque

e são convidados para publicações, exposições, cursos e palestras

o que cria um caminho especifico novo para eventos em

universidades e instituições profissionais em diversas cidades,

culminando no convite para assumir cadeiras de projeto na Fumec em BH.

Esta nova e inovadora escola que era fundada na cidade queria nas disciplinas de projeto

os profissionais que produziam novas obras

mesmo não estando atuando no chamado universo acadêmico.

Aí entrei em 1999, junto com outros colegas mais experientes e notáveis,

neste belo território de estudantes, professores, pesquisas, titulações,

não isento das vaidades, lutas de poder, intrigas e (in)competências,

como qualquer outro setor de nossa sociedade produtiva.

4. Metas multi-direcionais

As atividades na Universidade Fumec transcorrem paralelamente

ao exercício profissional no escritório JDArq onde a reflexão

reforça a ação e vice-versa, numa via dupla de teoria e pratica,

que nunca devem estar afastadas ou opostas, uma constatação imediata.

A criação da (in)disciplina transArquitetura abriu o contato objetivo

e produtivo com profissionais de outras áreas em aulas e oficinas

onde diálogos e exercícios eram criados relacionando arquitetura

com saúde, filosofia, teatro, dança, musica, fotografia, cinema, design

e qualquer outra atividade onde exista ou possa ser criada uma conexão

que relacione o pensar arquitetônico a uma outra área do conhecimento.

Estas atividades induzem à criação do projeto multimídia Pterodata

que visa a produção efetiva de material ligado a estas interdisciplinaridades.

Pterodata, os files voadores, pretende gerar resultados palpáveis

a partir das capacidades dos colaboradores envolvidos na produção

de textos, sons, imagens, performances, cinema, web e vídeo arte,

lançando mão das tecnologias digitais ou não e das redes de comunicação.

O projeto foi inaugurado em 2001 com o lançamento dos CDs

Octopus e Pterodata que exploravam paisagens sonoras digitais,

Composições que aproximam a musica da matemática e da criação

de paisagens e ambientes, climas e percepções não materiais

que a partir da audição podem criar algum tipo de estimulo e provocar

o impulso criador em indivíduos não necessariamente músicos ou arquitetos.

Estes sons podem ser conhecidos e baixados gratuitamente em

http://www.lastfm.com.br/music/Pterodata

Em algumas oficinas foram propostos jogos de composição aliando

som e ambientes relacionando-os com tempo e espaço que geravam

proto-composições que pós-produzidas geraram fonogramas acabados.

Estas experimentações foram produzidas com programas digitais e

seqüenciadores sonoros e depois registradas em cd e/ou colocados na www.

A partir destas experiências iniciais o projeto se abre a colaboração de

outros músicos e artistas, passa a funcionar em oficinas de criação,

em aulas praticas, palestras sônicas, performances e comunicações virtuais.

Vários canais foram abertos nas redes sociais virtuais inaugurando

diálogos remotos com produtores diversos em diferentes cidades e países.

Estas ações unem principalmente a musica, o texto, a fotografia, o vídeo

na perspectiva da criação e interpretação de ambientes propondo uma

união que possa ser interpretada como uma arquitetura dos sentidos.

Pode-se ter uma idéia destas propostas multimídias na www em

http://www.youtube.com/profile?user=joaodiniz#p/p

As realizações do projeto Pterodata incluem sempre propostas iniciais

e material por mim produzidos interagindo com a ação de colaboradores.

Se destacam dentre estas produções interdisciplinares:

– A edição de 2002 do livro/monografia João Diniz Arquiteturas

da editora C/Arte que inclui junto à produção arquitetônica do autor

textos e imagens sobre a interação de fotografia, musica, desenho, literatura.

– A edição em 2007 do livro João Diniz/Depoimento da coleção

Circuito Atelier, da mesma editora voltada às artes visuais,

onde o autor reflete sobre o paralelismo entre as diversas artes

e sua arquitetura com longo texto e relatos pessoais.

Esta edição inclui o vídeo clipe dirigido por Alexandre Pires disponível em

http://www.youtube.com/watch?v=Y34L9M7KOVg&feature=related

– A minha palestra-sonora em Campo Grande em 2008, com a participação

do arquiteto e musico Gilfranco Alves, esta parceria resultou na composição

do fonograma ‘52st.’ onde os arquitetos propõem uma paisagem sonora

composta virtualmente e plena de sons, acontecimentos e surpresas.

– A exposição fotográfica ‘Roteiros Incompletos’ sobre o cinema

que gerou registro no curta metragem ‘Olhocinefoto’ dirigido por

Fábio Carvalho e editado por Isabel Lacerda  disponível em

http://www.youtube.com/watch?v=ODWHPFhe9qI

– O show/performance ‘Suítes Foz do Mundo’ em parceria com o

multi-instrumentista Daniel D’Olivier e outros músicos colaboradores

onde foram lançados os Cds ‘Foz’ e ‘Welt’ com os fonogramas/musicas

do Pterodata com diversas colaborações que podem ser conhecidas em:

http://www.myspace.com/204753427

– O lançamento do livro de fotografias ‘Polskantor’ sobre a Polônia

que inicia uma série de livros de viagens com observações fotográficas

e literárias sobre as edificações, os espaços públicos e as populações

em varias cidades do mundo, este livro pode ser visto e adquirido em

http://www.blurb.com/books/896308

– A criação do blog transArquiteturas com diversos textos e reflexões,

papers/palestras proferidas em diferentes épocas e locais, poesias,

material de mídia e links de aquisição de publicações acessado em

https://joaodiniz.wordpress.com/

5. Visadas interativas

Paralelamente a estes produtos o escritório JDArq continua em ação

Uma nova disciplina lecionada a ‘Arquitetura e Sustentabilidade Ambiental

resgata teoricamente temas que sempre foram abordados e importantes

em vários projetos realizados, gerando novas pesquisas e comunicações.

Em 2010 é lançado o livro ‘Steel Life, Arquiteturas em aço’ sobre a produção e reflexões

do autor sobre a construção metálica que pode ser adquirido em

http://store-colecaoportfoliobrasil.locasite.com.br/loja/produtos_info.php/products_id/91?PHPSESSID=5bbbb44f2c42cba6d217c4541559f9bb

Este livro aborda a produção arquitetônica frente a um mundo

cada vez mais carente de leveza e cuidados sociais e ambientais.

Desta nova produção do escritório destacam-se os projetos do Ginásio Querubins (fig. 8)

Pavilhão Alpha (fig. 9) de 2004 e 2007 e premiados pelo IAB-MG em 2008 e 2009

pela solução em construção metálica e pela significação enquanto obra de interesse social.

Também deste período destaca-se o projeto para o CIAAR (fig. 10)

Centro de Integração e Adaptação da Aeronáutica incluindo plano urbanístico

e 22 edifícios unindo vários sistemas construtivos, preocupações ambientais,

desenho urbano, paisagismo e criação de parque com espécies do serrado.

Neste momento de tomada de consciência de uma nova fase planetária

onde as redes de comunicação aproximam cada vez mais o mundo e

quase todos estão de acordo que as futuras ações, em todos os segmentos,

precisam estar cada vez mais cientes da responsabilidade frente

às questões ambientais e a durabilidade da vida e do futuro,

a arquitetura se faz cada vez mais necessária e importante.

É preciso que os envolvidos neste fazer saibam se transformar

e se adaptar a cada dia às novas demandas e questões insurgentes.

Uma arquitetura expandida, plena de interações e diversidades

certamente participará positivamente da coexistência e da tolerância

necessárias para um planeta em busca de paz e de igualdade.

João Diniz, agosto de 2010

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

ABAGNO, Nocola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

DINIZ, João Antônio Valle. Estruturas Geodésicas: estudos retrospectivos e proposta para um espaço de educação ambiental. Dissertação (Mestrado) – Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto, 2006. Orientador: Ernani Carlos de Araújo

DINIZ, João; BRANDÃO, Carlos Antônio. Com vidro nos olhos. Textos de Carlos Antônio Brandão e fotografias de João Diniz. Belo Horizonte: Universitas/DCE UFMG, [s.d.].

DINIZ, João; PODESTÁ, Sylvio de. Desenho de arquiteto. Belo Horizonte: AP Cultural, 1997.

DINIZ, João; SEGRE Roberto. João Diniz arquiteturas. Belo Horizonte: C/Arte; AP Cultural, 2002.

DINIZ, João; João Diniz depoimento na coleção Circuito Atelier. Belo Horizonte: C/Arte; 2007.

DINIZ, João. Steel Life, Arquiteturas em Aço / Metallic Architectures. São Paulo: Editora JJCarol, 2010.

SEGRE, Roberto. Arquitetura Brasileira Contemporânea / Contemporary Brazilian Architecture. Apresentação de Oscar Niemeyer. Petrópolis: Viana & Mosley, 2003. p. 170-171.

SEGRE, Roberto. Casas Brasileiras / Brazilian Houses. Rio de Janeiro: Viana & Mosley, 2006. p. 44-47.

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